Cartoline di Firenze (parte 1)

Florença, Itália

Mostrar Florença como se enviasse postais, “cartoline”. Foi esta a ideia que me ocorreu. Escolher de entre as muitas imagens que ainda tenho nos olhos (nem uma semana passou desde que de lá regressei). Imagens misturadas, sobrepostas, desafiando a linha do tempo. Tento ordenar as fotografias, associá-las a lembranças ainda muito vívidas na memória. Sei que vou construir uma narrativa que ordene os dias, as horas, os instantes que lá vivi.

Enquanto isso, os postais, os recortes possíveis de uma cidade imensa de história, de vida e de cores harmoniosas. Uma cidade onde o equilíbrio, a beleza e o sublime se cruzam no espaço e no tempo.

Eu tive tempo para fotografar, experimentar, tentar o melhor ângulo. Se não acontecia num dia ou numa noite, então pensava: volto cá amanhã e já vai ser diferente. E em alguns casos foi. Tive ainda tempo de sair da cidade e de visitar outros lugares, de regressar e de sentir saudades por não ter estado.

Desejava há muito poder estar uma manhã ou uma tarde, durante horas prolongadas, num museu, a contemplar o sublime nas suas mais diversas formas. Em Florença, também é fácil de o encontrar nas ruas, nas igrejas por fora e por dentro, em alguns nichos das fachadas, nas ruas, nas pontes…Encontrei o que queria.

Antes das palavras mais demoradas, estes recortes…

Il Duomo, com o seu Campanile projetado por Giotto. A sombra é do Batistério, que fica mesmo em frente, completando este conjunto.
Il Duomo e a sua prodigiosa cúpula, de Filippo Brunelleschi.
Duas ruas. Uma acolhe Il Duomo, a outra liga o centro religioso ao centro político da cidade, a Piazza della Signoria. É só seguir a via dei Calzaiuoli.
Fim de tarde do primeiro dia em Florença. Vista da Loggia dei Lanzi, desde o interior do Palazzo Vecchio. De todas as esculturas que estão na Loggia, o “Perseu” de Benvenuto Cellini é a minha favorita. Não me cansei de o fotografar.
Ponte Vecchio, a ligar as duas margens do Arno. É capaz de ser a ponte mais visitada e fotografada de Florença. Também a mais retratada com pincéis. Eu não sei desenhar. Também por isso fotografo.
O primeiro café tomado em Florença. No café Rivoire, na Piazza della Signoria, com vista para o Pallazzo Vecchio e a Loggia dei Lanzi.
Há muitas estátuas nas ruas, nas fachadas dos edifícios, nas pontes e nas arcadas de Florença. Esta é de carne e osso e junta-se às restantes que lhe estão muito próximas, nas arcadas da Galleria degli Uffizi.
Quase a chegar à igreja de Santa Croce e à praça com o mesmo nome. A estátua que se vê ao longe é de Dante Alighieri, um dos notáveis filhos desta cidade.
Lá dentro, uma das muitas maravilhas que se podem contemplar: um fresco de Giotto.
Igreja de Santa Maria Novella, tarde de sábado, quando ia a caminho do Museu Nacional Alinari de Fotografia, que dá para a mesma praça da igreja.

Continua…

ASM

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3 thoughts on “Cartoline di Firenze (parte 1)

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